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Mineração e Química

Em 2010, a Casaforte decidiu investir no desenvolvimento de projetos de mineração. Uma equipe técnica com longa experiência em grandes empresas do setor se uniu à equipe de gestão para definir a estratégia e gerir os investimentos. 

 

Após a análise de diversas oportunidades, a equipe decidiu investir em um projeto de produção de pigmento de dióxido de titânio, constituído por uma planta de mineração e concentração de ilmenita (minério de titânio) integrada à planta de produção do pigmento.

 

TIASA – Projeto de Produção de Pigmento de Dióxido de Titânio

A TIASA é a empresa titular do projeto de lavra, beneficiamento e transformação química de minério de ilmenita para produção de pigmento de dióxido de titânio, matéria-prima empregada na fabricação de tintas, plásticos e cosméticos, dentre outros.

 

A empresa realizou extensas pesquisas geológicas para garantir o abastecimento de minério no longo prazo para a sua planta de pigmento, e desenvolveu tecnologia própria de processamento químico do minério, para produzir um pigmento de alto valor agregado, com significativa vantagem competitiva em custo. 

 

Foi desenvolvido um relatório de viabilidade econômica da extração e concentração do minério de acordo com a norma canadense NI 43-101, e a tecnologia de processamento químico do minério foi patenteada e testada em laboratório e planta piloto. O processo foi auditado pela TZMI, consultoria australiana líder mundial na assessoria para exploração de minério de titânio, produção de pigmentos de titânio e produção de titânio metálico.

A lavra e o beneficiamento físico do minério serão realizados no município de Floresta, PE. A planta para produção do pigmento será implantada no Polo Petroquímico de Camaçari, BA.

A primeira fase de produção da planta química fornecerá 20 mil toneladas de pigmento por ano, que corresponde a 10% da demanda nacional. O início da operação está previsto para 2024. Expansões estão previstas para alcançar 50 mil toneladas em 2028 e 80 mil toneladas em 2031.

Os recursos minerais já comprovados são suficientes para manter a produção por mais de 50 anos e estudos geológicos adicionais serão realizados para aumentar o volume de reservas.